Como ficou a bancada AM na Câmara depois da janela partidária

O troca-troca de legendas fortaleceu o MDB de Eduardo Braga e reduziu a representação do União Brasil na Câmara Federal.

Após o fechamento da “janela partidária”, no último sábado (4 de abril), em que a legislação eleitoral permitia o troca-troca de legenda sem justa causa nem perda de mandatos, a bancada do Amazonas, na Câmara dos Deputados teve perdas e ganhos de representações.

O partido MDB, que no Amazonas tem o senador Eduardo Braga como o líder máximo, não elegeu nenhum deputado em 2022. Mas, quando fechou a janela partidária, havia conquistado duas das oito cadeiras.

Dessa forma, o MDB conseguiu atrair os deputados Saullo Vianna (ex-União Brasil) e Adail Filho (ex-Republicanos).

Por outro lado, três partidos mantiveram sua representatividade:

O PSD, comandado pelo senador Omar Aziz (pré-candidato ao governo do Estado) manteve em suas hostes os dois deputados que foram eleitos na última eleição: Átila Lins e Sidney Leite.

Ao mesmo tempo, conseguiu a filiação do deputado suplente Pauderney Avelino, que era do União Brasil.

Perdas e ganhos

Já no Republicanos, houve uma pequena mexida, mas não alterou o número de cadeiras do Amazonas na Câmara.

Ao final das contas, o partido manteve seus dois representantes: Silas Câmara, o comandante da legenda no Estado, e Amom Mandel, que saiu do Cidadania.

Por outro lado, o Partido Liberal (PL), a expressão da direita no Brasil e no Amazonas, ficou com o seu único deputado federal: Alberto Neto. Este deverá disputar uma das duas vagas ao Senado.

União Brasil perde mais na Câmara com janela partidária

Por fim, o União Brasil. O partido foi o que mais teve baixa: tinha três deputados e ficou com apenas um: Fausto Jr.